quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A canção

A vida como ela é
O ir-se e vir-se de pessoas
A maturidade que o tempo traz
O que pouco te surpreendia outrora e hoje surpreende bem mais?

O azul do céu transformado num laranja-arroxeado feliz
As nuvens formando desenhos no céu
Existir ser uma opção
Viver não ser uma idealização
Quanto de você ainda existe nessa canção?
  
O preencher dos vazios consigo mesmo
O tempo perdido dentro do próprio tempo
O abraço de paz de uma criança
O sorriso sincero do idoso que te deu carinho (e hoje precisa dele)
Quem somos nós, afinal?
O que resta de nós, no final?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Divagações



Imagem: Arquivo pessoal
Da aurora da vida
Das lembranças perdidas
Dos sorrisos encarcerados
Fulgura em meu coração a saudade

No parêntese do tempo
Outono passa a ser verão
Morango passa a ser salgado
Restando o som amargo dos dias
Na sinestesia da vida.

Mislainy M.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Como definir essas férias em poucas frases:
- Envelhecendo 10 semanas a cada hora que passa.
- Na crise dos vinte e tantos anos: nem tão nova para não ter realizado algo, nem tão velha para já ter muitas realizações. 
- Relembrando que às vezes os amigos de hoje podem mostrar-se os desconhecidos de amanhã.
- Lidando bem com tudo isso.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Linhas soltas

Hoje acordei e pensei na frase de Drummond: "Mas as coisas findas,muito mais que lindas, essas ficarão(...)". Lembrei de vários sorrisos, de momentos, de páginas da minha existência. Relembrei que as pessoas podem ir-se e vir-se, mas as lembranças do que compartilhamos com elas de alguma forma ficam. E no mais, o pensamento me levou a reforçar algo que todos nós sabemos, mas fazemos questão de fingir que não: Complicamos tanto a vida e muitas vezes ela é de uma simplicidade tão incrível que não nos deixamos, diante das sutilezas escondidas, perceber isso.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Você já parou para pensar que somos de fato atores da vida real?

Refletindo sobre as relações humanas, percebi que diante de diferentes grupos podemos ser os mais diversos personagens. Para entender melhor isso, basta pensar em como você acha, por exemplo, que sua família, seus amigos, colegas de trabalho e companheiro afetivo te veem. Percebe? Cada um desses conhece uma diferente face do seu eu, ou seja, um determinado personagem.
Nós nos moldamos a diversos grupos e situações, frequentemente, em alguns casos, em busca de aceitação - e isso se reflete na capacidade de adaptação -por vezes desconhecida - do ser humano; embora tenhamos características que determinam a essência de quem somos de fato.
Assim, somos ao mesmo tempo aquele alguém supersimpático a quem o carteiro entrega a tão esperada encomenda, o ser enjoado que não dá trela para todo mundo, o perfeccionista que quer sempre fazer seu trabalho com excelência, o doce romântico que apenas almeja um amor puro e verdadeiro... Somos um e ao mesmo tempo infinitos autênticos personagens de um enredo chamado vida.

- 6 de maio de 2014.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Interpretação de Parsifal - Por Neil Strauss

No livro que estou lendo atualmente, encontrei a passagem que vem a seguir. Achei bem válida a interpretação e decidi compartilhá-la.

sábado, 5 de abril de 2014

Caros leitores...

Quero apenas deixar um comunicado:
Não me importo de forma alguma que usem meus textos em outros blogs, desde que referenciem. Os textos que aqui estão expostos foram todos escritos por mim - e as frases ou trechos de livros que não são meus estão entre aspas e/ou referenciados. Então, espero que, como boas pessoas, façam o certo :)

Att.,
Mislainy M.