sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Novos rumos...

Então eu estou aqui, pensando nos rumos que minha vida tomou...
Fazendo faculdade, longe de casa, longe dos meus amigos, longe do que amo. Mas quem me dera que a mudança de rumos fosse só em relação ao espaço.
Os rumos de alguns relacionamentos também mudaram. Algumas coisas que eu julgava serem amizades deixaram de existir. Algumas se solidificaram e serviram pra me mostrar que eu não sou tão idiota assim por depositar fé em todos. Algumas eu nem sei mais o que são.
A confiança exagerada que eu depositava na possibilidade de mudança de alguns seres diminuiu, talvez por eu ter cansado de ter esperanças, talvez por eu ter conseguido enxergar que certas pessoas nunca mudarão apenas com minha ajuda, mesmo que eu me esforce ao máximo para isso e acabe sacrificando o meu bem-estar.
O que de fato sei é que esses novos rumos de alguma forma me afetaram e deixaram uma enorme ferida em meu coração, no qual de tempos em tempos colocam um curativo, numa vã tentativa de fazê-lo cicatrizar.

sábado, 13 de agosto de 2011

A cabana


"A maioria de nós tem suas próprias tristezas, sonhos partidos e corações feridos, cada um viveu perdas únicas, nossa própria "cabana"."
   Nunca entendia o porque de as pessoas que liam o livro "A cabana" gostarem tanto dele, até o dia em que o li e percebi que diferentemente de outros bons livros, este falava sobre um tema especial de uma forma diferente, um tema que a grande maioria não aborda: nosso relacionamento com Deus.
   A CABANA nos faz refletir e repensar esse relacionamento, assim como ajuda-nos a  aceitar a necessidade de superação de fatos e momentos que nos fizeram mal no decorrer de nossas vidas.
Então hoje gostaria de indicar-lhes este livro, sobretudo para os céticos com relação a Deus,  garantindo que o conteúdo será extremamente útil em suas reflexões. 

E lembre-se: Deus gosta especialmente de você!

sábado, 23 de julho de 2011

Versos de um coração partido

As lágrimas caem.
O coração dói.
Minha alma é lavada.
Olho para o lado, não há ninguém agora comigo, 
Minhas companhias são as paredes do meu antigo quarto e um bichinho de pelúcia.
O que vejo é apenas escuridão.
Mas passa, sempre passa.
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Há uma luz que invade meu coração.
As lágrimas continuam a cair, mas agora uma sensação de alívio toma conta de mim.
Ainda não há ninguém comigo fisicamente, mas espiritualmente sinto que sim.
A tristeza vai passando e a crença num amanhã melhor volta a aparecer em minha mente... Sabia que seria assim.
Amanhã é um novo dia.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O outro lado de mim...

Alguém está passando pela rua, não me nota, sou comum. Não tenho mais aquele cabelo vermelho que era a única coisa em mim que chamava a atenção num primeiro momento. Minha amiga agora tem, mas não estou aqui para falar dessas coisas, estou para falar de mim.
Alguns me acham sem coração. Por vezes queria realmente ser como os outros me veem, mas sou em alguns aspectos completamente diferente.
Não gosto muito de me expor, mas queria deixar claro algumas coisas: sim, sou uma pessoa bruta, porém isso não me isenta de sentir. Dizem que os que menos demonstram são os que mais sentem. Não preciso ficar mostrando minhas fraquezas para ser humana. Adoro carinho, porém não sei demonstrá-lo, não fui criada assim, é difícil mudar algumas coisas. Com certeza sou estressada, quem me conhece de verdade sabe muito bem disso. Não suporto que me façam de palhaça e que se aproveitem do meu lado bom (sim, ele existe), mas infelizmente não guardo mágoa de ninguém. Não sou mais aquela menininha super hiper mega estudiosa que alguns conheceram, mas ainda me mantenho na média.
Como uma boa alma velha, acho até que sei viver da maneira que eu escolhi, mas muitas pessoas não entendem. Talvez eu devesse aproveitar mais, sair mais para ver o pôr-do-sol, passar mais tempo com as pessoas que eu gosto, mas não me peçam para gostar de beber e gostar dessas músicas sem conteúdo. Critiquem-me mais e mais por essas e outras coisas, eu absolutamente não ligo, já passei há tempos dessa epoca. Sim, eu sou estranha, mas quem é normal?
Eu me afasto das pessoas pro meu bem, eu me reaproximo das mesmas pro bem delas e, o melhor de tudo, eu acabo aprendendo a conviver com isso. Acabo entendendo que minha missão nem sempre me fará feliz, mas que tenho que fazer minha parte até chegar a hora de me afastar definitivamente - de quem for necessário, é claro.
Aguento consequências. Supero dores. Deixo as pessoas irem embora da minha vida quando precisam, ainda que me custe. Xingo, principalmente a mim. Canso-me de tudo por alguns dias. Volto a Amar tudo que eu pensava me fazer mal, e assim vou vivendo.
Este é o outro lado de mim. Um lado que eu prefiro deixar oculto para a maior parte das pessoas.